Imersos à imensidão amazônica de rios e floresta, distantes centenas de quilômetros de qualquer cidade, encontramos o senhor Bacabinha do Jaú, um artista nômade que vive em seu barco e nos convida a conhecer o seu mundo-flutuante. No documentário, o universo cultural amazônico é compartilhado através do cotidiano, histórias e sensibilidade do seu Bacabinha, que segundo ele: “não adoece, não morre e nem fica velho”.

O documentário ganhou o prêmio de melhor filme escolhido pelo público (Audience Award) do Kannibal Festival Berlin, em 2020.

Direção: Tainá de Luccas e Francisco Santos
Produção: Agência Sapiens e Prompt Filmes
Ano: 2020.

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